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Qual é a maior distração de todos os tempos?

Muitos dizem que atualmente vivemos na era das distrações, e eu concordo que as tecnologias de hoje são muito bem pensadas para serem altamente sedutoras e viciantes.

Ao mesmo tempo existe uma distração escondida por trás de todas as atividades que tiram a nossa atenção do momento presente e da nossa essência.


O principal motivo para uma busca incessante por prazeres e estímulos imediatos é o hábito de nos identificar com o senso do nosso pequeno eu, o aparente centro da nossa vida, o fazedor, o pensador, aquilo que procura preencher o buraco interno a qualquer custo, com qualquer atividade, o nosso ego.


O nosso ego não é um erro da natureza. Ele nem é algo sólido e real em si. Ele é apenas uma função da nossa mente, uma fase da evolução humana, mas não é o ponto final.

A próxima fase do nosso desenvolvimento é o despertar para além do ego e a realização da nossa plenitude e interconexão com tudo e com todos.


Apenas despertando poderemos entender e remover a principal razão do nosso envolvimento compulsivo com distrações de todos os tipos, como por exemplo: redes sociais, séries, p0rnografia, trabalho, substâncias, fofocas, ideológicas fanáticas e tudo que perpetua uma ilusão de separação e escassez.


Não adianta tentar se livrar de compulsões e vícios enquanto vivemos dentro da ilusão do eu separado, sempre sentindo que algo está em falta e errado conosco e com o mundo.

Apenas uma profunda aceitação e reconhecimento de quem somos de verdade nos libertará dos impulsos egoicos e nos trará um profundo senso de contentamento e preenchimento interno. Apenas acordar para a nossa real natureza pode cessar a nossa sede existencial e sanar o nosso mundo ferido.


~ Miho Mihov

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